Da Indústria 1.0 à 4.0

 

Desde o início dos tempos que o ser humano usou o trabalho manual e a força dos animais para a produção de bens. Mas, este cenário mudou drasticamente no século XIX, com a Primeira Revolução Industrial. Começa assim uma nova era: a Indústria 1.0. As máquinas a vapor são desenvolvidas, e é neste período que ocorre uma migração em massa do rural para o urbano. As cidades com as suas avançadas máquinas abriram as portas para a produção massificada de bens e a sua distribuição, mudando para sempre a sociedade e como o mundo funciona. Muitas invenções surgiram nesta era: a locomotiva e o navio a vapor, o automóvel, o avião, o telégrafo e o rádio.

 

A Indústria 2.0 começou no início do século XX, com a eletricidade como a principal nova fonte de energia descoberta e que mudou a forma de produção de bens, uma vez que era mais fácil operar a máquina elétrica do que a máquina a vapor. Com a divisão do trabalho e as linhas de produção a qualidade do produto torna-se superior.

 

No fim do século XX, os dispositivos eletrónicos são criados: o transístor e os chips de circuitos integrados – a Indústria 3.0 começa. Nesta Era, os operários começam a ser substituídos ou complementados por máquinas. Sistemas de hardware s software são desenvolvidos.

 

Agora, em pleno século XXI enfrentamos a Indústria 4.0. Automação, Big Data, Inteligência Artificial e Robótica são alguns dos chavões da atualidade.

Industry 4.0

 

Para esta era pode-se dizer que a Internet das Coisas (IoT), é um dos, ou talvez o mais importante conceito. Entre as demais definições, encontrámos a seguinte: A internet das coisas (IoT) é um conceito de computação que descreve a ideia de objetos físicos do dia-a-dia conectados à internet e sendo capazes de se identificar com outros dispositivos. O termo é estreitamente identificado com o RFID como método de comunicação, embora também possa incluir outras tecnologias de sensores, tecnologias sem fio ou códigos QR.

A IoT é significativa porque um objeto que pode se representar digitalmente se torna algo maior do que o objeto por si só. O objeto não se relaciona apenas com o usuário, mas agora está conectado a objetos próximos e dados de banco de dados. Quando muitos objetos agem em uníssono, eles são conhecidos como tendo “inteligência ambiente”.” Fonte: Techopedia

Deste “conceito de computação” pode-se concluir que é amplo, capaz de ser aplicado a qualquer ambiente ou setor, e é muito mais do que conectar os nossos computadores, smartphones ou tablets. O conceito é sobre tudo o que pode ser conectado e comunicar, onde “o mundo físico se torna um grande sistema de informação”.

O Grande Sistema de Informação

 

A maioria dos objetos utilizados no dia-a-dia dão-nos informações, por exemplo, um semáforo, quando está vermelho indica parar, e verde para andar, ou até mesmo a torradeira que nos comunica sempre quando a nossa torrada matinal está pronta. Se todos estes objetos quotidianos estiverem conectados e com uma boa gestão da informação, há muito desperdício que pode ser reduzido, paragens evitadas, tempo e dinheiro poupados, quer na indústria como na vida de cada um.

Com a Indústria 4.0, estamos a enfrentar uma transição que pode melhorar a vida de todos, e as empresas podem ser os maiores beneficiários deste novo Sistema, onde tudo é possível de se conectar. Ao utilizar sistemas que coletem, monitorizem e analisem dados, é possível conectar vários setores de uma fábrica, por exemplo, cruzar variáveis e analisar onde os lucros podem ser obtidos. As possibilidades são intermináveis, e com a Ferramenta de Monitorização da TecnoVeritas – BOEM-S pode ser aplicado a qualquer setor da indústria.

Uma Ferramenta de Monitorização da Performance para Todos os Processos

 

O BOEM-S é uma Plataforma de Business Assurance, baseado na cloud, com recurso à internet para conectar múltiplos setores de uma planta/fábrica ou de várias, que monitoriza os seus processos, analisa-os, dando-lhe as informações relevantes para as decisões certas.

 

Através de Inteligência Artificial e KPIs, e ao longo do tempo, o BOEM-S aprende com os processos, sendo capaz de identificar o que deve ser feito para resolver problemas, ou para melhorar processos, apresentando melhores resultados.

A plataforma tem a capacidade de identificar problemas mais pequenos, por exemplo, quando um componente mecânico deve ser substituído, de modo a evitar paragens ou até mesmo para obter melhores resultados. O BOEM-S deteta também problemas de maior escala, por exemplo, onde está a ser gasta energia desnecessariamente, através da análise de consumos e gráficos, ou até mesmo através da diminuição da intensidade das luzes tendo em conta a intensidade da luz solar.

Para o seu funcionamento correto, determinados sensores devem ser instalados, ou os já existentes devem ser conectados com o sistema.

 

 

Figura 1 – O BOEM-S é uma plataforma baseada na Cloud que se conecta com o seu negócio, através de qualuqer dispositivo com ligação à Internet.

Muitas vezes as empresas consideram estes custos desnecessários, mas o que as empresas ganham e crescem com as poupanças obtidas pelo BOEM-S ou com o tempo poupado compensa largamente e rapidamente paga os investimentos anteriores. Esta plataforma é flexível e expansível, cresce com o seu negócio, os vários módulos podem ser adquiridos conforme as necessidades do seu negócio, sendo completamente customisável, uma vez que os KPI são definidos de acordo com o seu negócio.

BOEM-S é uma ferramenta desenvolvida para a Indústria 4.0, permitindo ao seu negócio acompanhar os novos tempos. Conecte as suas unidades industriais, conecte a sua informação, conecte o seu negócio.